MOBILE WEBTV LIVE BROADCAST BLOG SINCE 2006 : PUBLIC INFOS, WORKSHOPS & LECTURES [Asia, Brazil & Europe]

24jun/100

[R] witness#02

"CAMINANTE NO HAY CAMINO, SE HACE CAMINO AL ANDAR ... CAMINANTE SON TUS HUELLAS EN EL CAMINO Y NADA MÁS"

Extracto de Proverbios y cantares (XXIX), Antonio Machado - Poemas del Alma

Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
Caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace el camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar.

estelas en la mar... o vídeo que abre hoje o canal do PSM no Youtube é uma ode a Otávio Donasci. Ode muito bem vinda em se tratando de como as "vídeo-criaturas" impregnaram a formação de toda uma geração da chamada "arte digital brasileira". Performances Panopticadas (aqui) é, por exemplo, um trabalho que seguramente bebeu no brasileiro Donasci.

E recordando o final de minha adolescência, um pouco de Serrat e Sabina (pode parecer um pouco clichê, pois vejam como o público todo neste show conhece bem os principais versos e assim tem sido)... versos estes que permeiam ainda hoje o imaginário de muitos, até mesmo da atual instituição representante de uma cultura digital brasileira, enfim, quando a poesia em espanhol encontra o digital. ;)

Todo pasa y todo queda
Pero lo nuestro es pasar,
Pasar haciendo caminos,
Caminos sobre la mar.

Nunca perseguí la gloria,
Ni dejar en la memoria
De los hombres mi canción;
Yo amo los mundos sutiles,
Ingrávidos y gentiles
Como pompas de jabón.

Me gusta verlos pintarse
Ante el sol y grana a volar,
Bajo el cielo azul temblar,
Súbitamente y quebrarse...
Nunca perseguí la gloria.

Caminante son tus huellas en el camino
y nada más;
Caminante,
no hay camino
se hace camino al andar.

Al andar se hace camino
Y al volver la vista atrás
Se ve la senda que nunca
Se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar...

Hace algún tiempo en ese lugar
Donde hoy los bosques se visten de espinos
Se oyó la voz de un poeta gritar
Caminante no hay camino, se hace camino al andar...

Golpe a golpe, verso a verso...
Murió el poeta lejos del hogar
Le cubre el polvo de un país vecino.
Al alejarse, le vieron llorar.
"caminante, no hay camino, se hace camino al andar..."

Golpe a golpe, verso a verso...
Cuando el jilguero no puede cantar
Cuando el poeta es un peregrino,
Cuando de nada nos sirve rezar.
Caminante no hay camino, se hace camino al andar.

Golpe a golpe, verso a verso. (3 bises)

14dez/090

Towards A Cellphone Cinematography | part#3 :: another paper approved! :)

After my last paper entitled "Foucault checkmated inside Elite Squad movie or the mobile telecommunication as a tracking particle inside Salve Geral movie (Brazil and its contemporary society inside cinematographic conversations)", the new one [that includes a writing also based on “audiovisual rhetoric 2008: Batman#01″, July-October 2008] was accepted!! :)

teaser 01cGDE


Towards A Cellphone Cinematography
[a discussion about mobile telecommunication as a tracking particle
or Foucault checkmated inside widespread Movies]

In this article I will focus myself in two different movies: the blockbuster Batman – The Dark Knight (2008) and the recent Brazilian one Salve Geral (2009).

*How has been mobile telecommunication discussed in these recent popular movies?
*How are these everydayness surveillance technologies being discussed inside cinema?
*How did it become a central component of narrative?

This paper is a sequence of my master degree studies focused in Elite Squad film (2007) related to Foucault analyses about a increasing of control in society how it runs in a cinematography – as its digital networking derivated – discussion nowadays.
...
I'm interested to pointed out how realism depends upon a system of inter-textual and extra-textual codes, i.e. my movies' analyses must include breaking out a range of signification codes, looking at widespread as specific cultural contexts (mobile phones and Foucault studies are “the widespread one” and Brazilian movie and its social reality are “the specific one”). Throwing out of Christian Metz wrote: cinema as a collective production, i.e. how the cinema could be said to signify, or generate, a society common meaning.

teaser 02 pqno

the last post about the same issue, but in portuguese: click here

26nov/090

BANDA LARGA E MARCO CIVIL

de lah para cah (um ano jah!) mta coisa mudou (tecnologias, leiloes-anatel, custos/beneficios individuais e/ou coletivos, politicas, surgimento de diversos portais-softwares online para transmissoes ao vivo e interatividade via webcams ao redor do mundo, chegada da tv digital no Brasil… etc etc etc)

aguardamos seus comentarios e dialogos pertinentes aa discussao aqui proposta.

Picture 22

A Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça (SAL/MJ), em parceria com a Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (DIREITO RIO), lançou em 29 de outubro de 2009 o projeto para a construção colaborativa de um Marco Regulatório Civil da Internet Brasileira.

12nov/090

Por Uma Cinematografia Celular [discussão sobre telefonia móvel e dispositivos de controle da circulação], part#01

BRAZIL BLACKOUT 2009
Picture 43

A telefonia móvel como partícula de rastreamento ou
Foucault em cheque[-mate-] em uma cinematografia celular
[uma dicussão do dispositivo de controle da circulação nos cinemas e nos camelôs]

teaser 01pqno

teaser about "audiovisual rhetoric 2008: Batman#01", July-October 2008
[thanks to Angelo, an technological-artist, that ordered me "You must watch this new Batman!, It links to your presentation here & its research"]

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obs >> "Embedding disabled by request" [sic] ...

Picture 53

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o copyrighted* Batman [2008], tal qual nosso recente Salve Geral [2009] e o participativo MANIFESTE-SE [todo mundo artista] – MOBILE WEBTV LIVE BROADCAST [2005-2008], discutem (dentro de suas causas primeiras/ hipóteses/ argumentos-bases) também a função estrutural da telefonia móvel [aquele brinquedinho chamado "celular" e de expansão da mobilidade comunicacional ao redor do mundo...]… Cada qual à sua maneira, apresentam - e discutem - jnt ao público uma mesma questão: tracking.

Dispositivo de Localização Geográfica.
Controle. Comunicação Rastreada.
O importante em uma sociedade disciplinar é exatamente esta possibilidade de controle total de tudo que se encontra em CIRCULAÇÃO, certo?…
uma espécie de DIGITAL DATA PANOPTICO, para além de uma rede Internet, um sistema móvel [mobile]

Mais do que isto, talvez.
Há também em comum, nesta cinematografia blockbuster internacional, uma discussão comportamental a la #Foucault [talvez até mesmo #Guatari e #Deleuze, entre tantos outros somente para citarmos aquela década de 70...],

vou me focar mais uma vez em Foucault neste post, já que estou retornando às pesquisas em voga no Brasil [e abroad] nesta virada de século e primeiros anos do século XXI.
...e quem diria q eu voltaria ao meu querido Batman de Nolan, Christopher [aquele msm britânico-diretor sobre Tesla e clones/ tecnologia, discussão em voga ao redor de 2006...] exatamente um ano depois para este novo post linkado a um filme brasileiro, hein?! ;)

13mar/091

BIKE C-MAPPING PART#03 [2007-2009] :: WE’RE SHARING AGAIN ANOTHER VIDEO-PROJECT WITH YOU!

The newest version of this video-project is already online at VIMEO!


2009 030 72dpi


2009 032 72dpi


We are still talking about the different uses of cellphones!
[audiovisual, communication & tracking-mapping our city-society]
It's a video-extension of the 2007 one: "Oneself Cellphone - Bike C-Mapping"


2009 031 72dpi
or maybe an extension of the 2006 one [who knows?...]

[email us: we'll send to you your password to watch & get it]




! YOU CAN FREE-DOWNLOAD IT
AND WATCH IT IN YOUR CELLPHONE !



2009 033 72dpi
WE WANT TO KNOW:


WHAT DO YOU THINK ABOUT OUR AUDIO-VISUAL RETHORICS PROJECTS?


WHO ARE YOU?
PLEASE, FEEDBACK US

16out/080

?”SUSTAINING RELATION”?

talvez uma melhor - mais certeira - tradução para sustaining relation
seja COLABORAÇÃO [?]
em um contexto cultural [social networks] como o qual o txt de Makela
e outros - em rede/ online - vem tratando: comentário aqui.

12out/082

“Affect of Place in Artistic Uses of Mobile and Social Networks”, por Tapio Makela | tradução p/ português Milena Szafir

cenas-frames da 1a montagem do 'video locative-media project'

bikecmapping2007 copy
"Oneself Cellphone: Bike C-Mapping part#01", de milena szafir @ 2007




Tecnologias de Locação:
Afeto[2] de Lugar em Usos Artísticos de Redes Sociais e Móveis
by Tapio Makela / ISEA2008

[tradução: Milena Szafir | revisão: Mariana Kadlec]


Em seu ensaio “Cinema and Embodied Affect”, Anne Rutherford se refere a noção de Foucault sobre anatomia como as 'técnicas do cadáver'. O corpo humano na mesa de dissecação está 'roubado da vida, separado de sua conexão à experiência vivida daquele corpo'. Em um cadáver, corpos estão desprovidos de vida. A partir da perspectiva de um satélite, analogamente aos caminhos que a anatomia se configura como uma experiência subjetiva – na visão de Merleau-Ponty[1] –, lugares estão sem vida.

Tomando como ponto de partida uma experiência subjetiva e uma experiência efetiva de um lugar, eu quero reverter uma perspectiva frequentemente utilizada sobre geolocation. Lugares se tornam cheios de significado através de atos/ ações de significação individual e compartilhadas, e não porque eles se apresentam como 'dado-locativo'. Como as práticas artísticas, ao se utilizarem de várias tecnologias de locatividade, promovem locais de convivência? Seria o 'efeito de lugar', tanto quanto o 'efeito tecnológico', relevante às práticas artísticas-midiáticas baseadas na locatividade?

Meu atual projeto de pesquisa – “Tecnologias de Locatividade” – parafraseia o clássico livro de Jonathan Crary (“Técnicas do observador: sobre visualidade e modernidade no século XIX”): pode-se considerar que tecnologias de locatividade e de vigilância em rede têm extendido o projeto da modernidade. O uso de tecnologias como GPS apresenta-se, de acordo a Caroline Basset, como 'remote sensing', 'algo que sugere profundas transformações no senso perceptivo humano, como parte de uma ampla série de mudanças (influenciadas tecnologicamente) que vem apresentando um impacto... no cotidiano'.

'Remote Sensing' parece sugerir que é possível estar em um lugar e experimentá-lo fora dele em um mesmo instante (ao mesmo tempo). Realmente, ao utilizarmos qualquer mídia em rede implicaria que alguém está 'remote sensing'. No entanto, o termo aponta na direção de designers e artistas desafiadores que vêm trabalhando com mídias-locativas. Os usuários estão experimentando seus territórios imediatos assim através de pequenas telas e áudio eles acessam uma camada representacional [representativa?] sobre a mesma localidade. Remoteness, portanto, acontece ao mesmo tempo tanto em GPS, WiFi ou rede de telefonia móvel – celular – quanto apresentam-se 'sem significado' [meaningless]. O que realmente importa é o que apresenta-se visível a alguém e o que segue escondido.

Nos projetos do Blast Theory – Can you see me now? (2002) and Uncle Roy All Around You (2003) – lugares são parte de um cenário de game. O uso de jogadores remotos [controlados?] e da rua cria uma tensão entre poder estar remotamente em um local e atuar nele. Assim, mesmo que as coordenadas de um GPS sejam relevantes a partir da perspectiva de um design funcional e que talvez contribua para uma localidade imaginária, estes trabalhos focam-se mais no 'afeto do social e da jogabilidade' do que no 'afeto do lugar'.

Mais do que falar sobre um sentido permanente de lugar, segundo o conceito de vizinhanca de Pierre Mayoul (ver The Practice of EverydayLife, vol.2 – Michel de Certeau), nestes projetos do Blast Theory, uma experiência temporal do pedestre torna-se momentaneamente compartilhada e em compartilhamento. Participação é a chave sem a qual estes trabalhos não são acessíveis. Em um trabalho mais recente – entitulado Rider Spoke (2007) –, Blast Theory experimentou uma participação dessincronizada, onde 'jogadores' podiam gravar e compartilhar suas impressões de 'lugares escondidos'. Sem um cenário de jogo como motivação, Rider Spoke não seria bem sucedido no agregamento social de diferentes participantes. Formado por ciclistas guiados através de fones de ouvido e de um pequeno PDA, no congestionado tráfego de Londres, transforma-se em uma sobrecarregada sensação [sensorial overload] dando uma boa lembrança de quão difícil é desenhar interfaces audiovisuais para espaços públicos.

Miwon Kwon, em seu livro Um lugar após o outro: identidade local e site-specific arte, descreve quão previamente a arte de site-specific estava atrelada às condições materiais de lugares urbanos. Mais recentemente, o local específico [site specificity] tem crescentemente se destinado a relações entre lugares, práticas e pessoas. Ela fala sobre os 'trabalhos de arte críticos', os quais têm se movido de um local ao outro, formando 'intimidades temporais'. Um papel mais responsável pelo artista é formar engajamentos de longa-data para os lugares através de 'sustaining relations' [relações de sustentabilidade/ de sustento?].

Em Urban and Social Tapestries – de Proboscis – a mídia-locativa torna-se uma ferramenta e uma plataforma de 'etnografia experimental'. Muito na tradição da comunidade artística – como a narração coletiva dos lugares – torna-se um caminho não somente de escrita ou do 'fazer-midiático' sobre este locais, mas sim de criação para uma nova maneira de sociabilidade entre os participantes, onde estes tornam-se além co-leitores, mas co-autores.

Anne Rutherford segue Crary quanto ao trabalho de Glen Mazis, compreendendo 'estética afetiva' [relacional?] como uma combinação de movimento, corporalidade-subjetiva [embodiment] e tato. Na mídia-locativa, o 'lugar afetivo' [lugar de afeto] é ao mesmo tempo construído através do imediato tanto quanto um sentido remediado de lugar. Visto frequentemente como um exercício individual, um sentido de lugar na arte de mídia-locativa pode – mesmo que tão somente por um momento transitório – ser construído e mediado socialmente.

De alguma maneira, esta construção social do lugar enudece as arquiteturas. Talvez o cadáver na mesa de dissecação urbana seja a cidade concreta por si mesma, que assim como um disco rígido é continuamente reescrito (onde memórias perdidas e representações são gradualmente apagadas por novas). Se o cinema está apto a sugerir um imaginário de cidade como um tipo de permanente nostalgia, as artes locativas apresentam-se mais como plataformas dissincronizadas naqueles que atuam conjuntamente nas práticas urbanas sociais e individuais.

A ênfase na prática coincide com o crescimento do uso do computador como mediador de redes socais [de sociabilidade]. Assim como a anatomia é incapaz de entender a corporalidade, a teoria da Interação Homem-Computador também não é capaz de descrever sozinha a variedade de compreensões das práticas em rede. Recente teorização das redes baseadas em I.H.C., por exemplo por Tiziana Terranova, tem como alternativa proliferar os sistemas tecnológicos e biológicos à esfera do social na tradição cibernética.

Se o sistema teórico posiciona os usuários como atores estruturalistas de um 'cíclico retorno' [feedback loop] nos esquemas geométricos e lógicos, o que seguiria a partir de avanços similares em consideração à mídia via geospatially? A posição do usuário é a de um ponto, e sobretudo, aquele formador de uma linha. Em trabalhos desenhados a partir do uso de GPS, como The GPS Drawing Project, em Amsterdam, mapas de Esther Polak e caminhadas litorâneas por Tery Rueb, o imaginário espacial resultante faz-nos relembrar os desenhos computadorizados da década de 60 inspirados pela cibernética. Somente desta vez – agora – o agente humano vem se tornando um ator no interior do sistema planejado. Esta posição ou espacialidade – 'pin point' – é unlivable ['desvivenciado'?]. O ponto de geolocation produz um traço, mas segue como um signo efêmero, frequentemente incapaz de compreender o afeto de sociabilidade, mobilidade e lugar dos participantes nestas experiências práticas em rede. Assim como o time code demarca filmes e vídeos, aquele ponto torna-se relevante somente tão logo o jogo ou a interação ao redor dele – as narrativas ou a mídia anexadas a ele – estão aptas a criar um lugar afetivo (lugar de afeto), ou uma situação afetiva, oscilando entre relações de sustentabilidade e intimidades temporais.

Picture 3

cenas-frames da 1a montagem do 'video locative-media project'
"Oneself Cellphone: Bike C-Mapping part#01", de milena szafir @ 2007
[ciclista percorre a cidade de São Paulo com câmera de vigilância e celular-triangulacao... trabalho em andamento do projeto
"CityMapping-Performance" @ 2006]


---------- Forwarded message ----------
Date: Mon, Oct 6, 2008 at 4:29 PM
To: tapio makela

"...i just have some questions about 'real meanings' [right interpretation/ translation] for well translating (interpretation in portuguese) it:

1. 'embodiement' >> i'd translated from the Merleau-Ponty concept (a subjective experience about some aspect of reality)... is it right in your txt?

2. affect >> i'd explained in the translation txt in portuguese it's relation to Spinoza's concept (to affect ~ dialogues & shared sensitive experiences through the human being - the society)... is it right in your txt?

3. about your artistic examples, beyound the idea of game, participation and functional designs interfaces, your txt is a critical vision about 'new locative media', where the actors are just a 'pin point' and don't have a really affect of sociabillity etc, isn't it?
["the places were reduced to 'pin points' (dots) and colors in the maps..." - Walter Benjamin, 1927]

11out/080

[CARTOGRAFIA-ETNOGRAFIA DIGITAL] p.#2

Picture 2

11 OCT 2008 / Sat 22:20:32 p.m.

more info:
#1 & #2
[www.manifesto21.com.br]

6out/080

OUTRAR-SE versus ANTROPOFAGIA – parte01b

OUTRAR-SE nao eh antropofagia!, antropofagia eh um conceito do seculo XIX/XX... os modernistas falavam de ANTROPOFAGIA!!!!!... estamos a extender a modernidade?!... (...)

"the places were reduced to 'pin points' (dots) and colors in the maps..." sobre midias locativas em Quem conhece a árvore de mandioca?, e-tinerâncias ou CityMapping Performance @ 2007 projeto de Milena Szafir…

"A Funcao do cronista [turista, cartografo, antropologo, etnologo...] seria o de incorporar o Brasil criticamente aa sua vivencia", pag. 04 in Quem conhece a árvore de mandioca?, e-tinerâncias ou CityMapping Performance

<< Be inspired and inspire others - Protect The Human >>
[centuryXXI] OUTRAR-SE versus ANTROPOFAGIA [centuryXIX-XX]
what's "The Human" for YOU?!...

26set/080

Arqueologia das tecnologias sem-fio: Armin Medosh e Milena Szafir dialogam em festivais…

"...um dos aspectos mais interessantes do olhar proposto por Medosh é a crítica da comodificação dos aparelhos, uma espécie de fetiche da mercadoria em uma sociedade em que a identificação entre os aparelhos e estilos de vida os transformam em mecanismos perversos. No avesso deste aspecto negativo cada vez menos percebido pelos usuários dos aparelhos portátes, Medosh coloca o tecno-determinismo, crença ingênua no poder redentor da tecnologias." MB/2008
mais sobre o msm (maio/2007) clique aki. more info, click here.

"utopias, distopias e heterotopias": algumas referencias a partir de Flusser, Foucault, Walter Benjamin e outros [em breve mais citacoes pertinentes :: a validacao da autoridade...]

[se vc tiver mais contribuicoes sobre o assunto, este eh um espaco aberto e agradecemos a participacao!]
:)

em tempo retroativo:
"After a series of topics either trying to predict the future or to be omni-comprehensive, the 2007 edition of Ars Electronica focuses on something that everybody should feel as a urge, while its title is 'Goodbye Privacy'. The same name conference is curated by Armin Medosh, a veteran of online art and activism, and Ina Zwerger gathers activists, theorist as well as people outside of the usual circles for a potentially promising debate. ..."

e em tempo presente contínuo [ou "presente autista"]... NOW