THROUGH THE WORLD
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Publicado por milena em 03 Mar 2010 | sob: QUESTOES PUBLICAS, THROUGH THE WORLD
semana passada saiu uma matéria em um dos jornais mais vendidos do país sobre a utilização de celulares na África. Reproduzo trecho mais abaixo. Hoje, a Agência USP de Notícias publicou a seguinte notícia:
Sistema elimina gastos com infra-estrutura necessária para uso de cartões
“Os grandes bancos tem pouco interesse em manter clientes sem capacidade financeira, dando preferência a pessoas que possuam grande volume de recursos ou que possam pagar as tarifas”, afirma Breternitz. “Se houver uma possibilidade de movimentar contas correntes sem precisar de agências ou caixas eletrônicos, os bancos podem se interessar pelo público de baixa renda”.O sistema proposto na pesquisa é voltado para pessoas com renda familiar de até três salários mínimos. “Optou-se pelo telefone celular porque ele é uma ferramenta universal, e nesse grupo ainda há dificuldades de acesso a internet”, explica o pesquisador. “Os bancos construiriam sistemas de computador para que os clientes possam se cadastrar, possivelmente apresentando uma quantidade menor de dados em relação às contas convencionais, o que depende de alguns ajustes na legislação brasileira”. O serviço já é utilizado em países da África e nas Filipinas (sudeste asiático).
Toda a movimentação da conta é feita pelo celular, por meio de um software específico. Os depósitos e saques seriam realizados em uma rede de agentes cadastrados entre comerciantes. “Eles serviriam como agentes de ligação, como acontece hoje com as casas lotéricas e os correspondentes bancários que atendem as contas convencionais”, destaca Breternitz. “Tanto o cliente quanto o agente credenciado utilizam apenas o celular, eliminando gastos com a infraestrutura necessária para o uso de cartões”.
Tarifas Segundo o pesquisador, o tamanho das tarifas e as situações em que serão cobradas vão depender da política comercial de cada banco. “Nas Filipinas, uma das empresas do setor cobra por transação efetuada uma taxa equivalente dois centavos de dólar”, conta. “O sistema só se tornará viável se houver um grande número de clientes, por isso o Brasil, com cerca de 160 milhões de celulares em operação, possui grande potencial para esse serviço”.
Breternitz ressalta que a implantação do sistema não exige grandes adaptações técnicas. “Ele utiliza a rede convencional de celulares e necessita de um software que possa transformar as mensagens de celular em ordens de débito ou crédito, além da definição de processos e do credenciamento de agentes”, afirma. “Os bancos devem operar associados a operadoras de telefonia celular.”
Para a bancarização via celular avançar no Brasil, o pesquisador considera fundamental o envolvimento dos grandes bancos. “Algumas instituições estão testando esse sistema, de modo experimental, para adquirir conhecimentos técnicos”, diz. “Entretanto, o foco pensado para o serviço são as pessoas que já são clientes, exatamente como acontece atualmente com o internet banking, e não o público de baixa renda.”
Atualmente* são 173,9 milhões de linhas móveis.
Para o continente africano, celulares são os novos PCs
Quando William Kamkwamba disponibilizou energia elétrica para sua vila, tomou um susto. As filas formadas em sua porta não eram de pessoas querendo usar geladeira ou TV. “Todos eles queriam recarregar seus celulares”, lembra.
O episódio mostra a importância que os aparelhos têm na África. Enquanto a internet chega para apenas 6,7% das pessoas do continente e a energia elétrica ilumina 25% dos africanos, 37% deles possuem celular. Isso mesmo: são mais pessoas com o dispositivo no bolso do que com eletricidade em casa.
O celular é o PC da África e, junto do rádio, é a principal fonte de informação dos africanos. Mas internet 3G por lá ainda é um conceito distante. As informações circulam por SMS. E em locais a que as ondas de rádio não chegam, as mensagens de texto acabam sendo a única opção. A rádio SW Africa, que fica em Londres, manda 30 mil mensagens de texto por dia para cidadãos do Zimbábue, país que bloqueia sinais de rádio.
Em uma sociedade carente de quase todos os serviços mais básicos, opções baseadas no celular começam a surgir como alternativa. No Quênia, um serviço iniciado em 2007 permite que oito milhões de pessoas usem seus créditos de celular para pagar táxis e bares.
*segundo notícia divulgada em 20 de janeiro de 2010 pela IT Web
Publicado por milena em 16 Dez 2009 | sob: English, THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?
Based on this ideia:
“…Artists on Their Bicycles New York establishes a new connection between artists and mobility, portraying them with their eco-friendly vehicles. … vibrant everyday scenes. Some artists navigate the Manhattan grid as urban flaneurs, while others take advantage of biking as an effective means of transportation. This limited edition project harnesses the artistic will to operate outside the lanes of constraint.”
MORE ABOUT […Bike C-Mapping…]:
TAKE A LOOK IN OUR OLD POSTS HERE
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Publicado por milena em 16 Dez 2009 | sob: THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?
galera,
eu nao recebi [nem recebo] nada monetario p/ esta divulgação, mas acho q mtos nesta lista se interessariam pelo produto [ou ao menos por esta ideia] de 45 dolares & contato >> Calendar Artists on Their Bicycles New York 2010
Sao Paulo nao eh mto uma cidade tipica de bikers [”plana como santos”], mas fico mto feliz de poder cada vez mais cumprimentar — pós 20 anos de pedaladas aqui por Sampa — outros ciclistas tbm cotidianos pelas ruas e caminhos deste urbanismo caótico em que vivemos atualmente.
[]s e uma otima virada p/ 2010 a tds!
milena
:)
Publicado por milena em 26 Nov 2009 | sob: QUESTOES PUBLICAS, LOCATIVE MEDIA, English, THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?
Two years ago, Google sent out an army of hybrid electric automobiles, each one bearing nine cameras on a single pole. Armed with a GPS and three laser range scanners, this fleet of cars began an endless quest to photograph every highway and byway in the free world.

Consistent with the company’s mission “to organize the world’s information and make it universally accessible and useful,” this enormous project, titled Google Street View, was created for the sole purpose of adding a new feature to Google Maps.
Every ten to twenty meters, the nine cameras automatically capture whatever moves through their frame. Computer software stitches the photos together to create panoramic images. To prevent identification of individuals and vehicles, faces and license plates are blurred.
Today, Google Maps provides access to 360° horizontal and 290° vertical panoramic views (from a height of about eight feet) of any street on which a Street View car has traveled. For the most part, those captured in Street View not only tolerate photographic monitoring, but even desire it. Rather than a distrusted invasion of privacy, online surveillance in general has gradually been made ‘friendly’ and transformed into an accepted spectacle. [cont.]
Publicado por milena em 12 Nov 2009 | sob: ENSAIOS, mestrado#1_TRADUZIR!, LOCATIVE MEDIA, THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?

A telefonia móvel como partícula de rastreamento ou
Foucault em cheque[-mate-] em uma cinematografia celular
[uma dicussão do dispositivo de controle da circulação nos cinemas e nos camelôs]


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o copyrighted* Batman [2008], tal qual nosso recente Salve Geral [2009] e o participativo MANIFESTE-SE [todo mundo artista] – MOBILE WEBTV LIVE BROADCAST [2005-2008], discutem (dentro de suas causas primeiras/ hipóteses/ argumentos-bases) também a função estrutural da telefonia móvel [aquele brinquedinho chamado “celular” e de expansão da mobilidade comunicacional ao redor do mundo…]… Cada qual à sua maneira, apresentam - e discutem - jnt ao público uma mesma questão: tracking.
Dispositivo de Localização Geográfica.
Controle. Comunicação Rastreada.
O importante em uma sociedade disciplinar é exatamente esta possibilidade de controle total de tudo que se encontra em CIRCULAÇÃO, certo?…
uma espécie de DIGITAL DATA PANOPTICO, para além de uma rede Internet, um sistema móvel [mobile]
Mais do que isto, talvez.
Há também em comum, nesta cinematografia blockbuster internacional, uma discussão comportamental a la #Foucault [talvez até mesmo #Guatari e #Deleuze, entre tantos outros somente para citarmos aquela década de 70…],
vou me focar mais uma vez em Foucault neste post, já que estou retornando às pesquisas em voga no Brasil [e abroad] nesta virada de século e primeiros anos do século XXI.
…e quem diria q eu voltaria ao meu querido Batman de Nolan, Christopher [aquele msm britânico-diretor sobre Tesla e clones/ tecnologia, discussão em voga ao redor de 2006…] exatamente um ano depois para este novo post linkado a um filme brasileiro, hein?!
Publicado por milena em 08 Nov 2009 | sob: QUESTOES PUBLICAS, mestrado#1_TRADUZIR!, THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?
by InternetEyes
[cacau’s tip of the day by email-talk]:
“Isso não é um jogo, é algo dissuasivo. Quando as pessoas virem o sinal de que o Internet Eyes patrulha uma câmera, saberão que alguém estará assistindo”, disse à BBC Brasil o criador do site, Tony Morgan. “Atualmente, as pessoas ignoram as câmeras.”
estava relendo #Foucault p/ colocar aa prova [¿provar=citar?] o foco de meu mestrado [foco, foco] … pós-palestra de ontem [e pós-chegada do ‘novo’ livro] … entao, ao adentrar aa #rede - internet para relaxar[?] -, a #mafia [¿máquinas de guerra?] fala da logica de digital citizen gamers*, como um GTA online e em constante fluxo radial[¿espiral?], & co-BIOscience

Publicado por milena em 30 Out 2009 | sob: QUESTOES PUBLICAS, LOCATIVE MEDIA, English, THROUGH THE WORLD, ¿ OFF TOPIC ?

In Mexico it is already a reality:
[Secretaría de Seguridad Pública]
“June 29, 2009 >> Comeinza registro público y con ello la colocación de etiquetas con chip de readiofrecuencia que permitiran tener mayor control de los movimientos en todo el país.”

assista a este video brasileiro

Publicado por milena em 05 Out 2009 | sob: dot TV, English, THROUGH THE WORLD
“YouTube is one of the most well-known and widely discussed sites of participatory media in the contemporary online environment, and it is the first genuinely mass-popular platform for user-created video. In this timely and comprehensive introduction to how YouTube is being used and why it matters, Burgess and Green discuss the ways that it relates to wider transformations in culture, society and the economy.
The book critically examines the public debates surrounding the site, demonstrating how it is central to struggles for authority and control in the new media environment. Drawing on a range of theoretical sources and empirical research, the authors discuss how YouTube is being used by the media industries, by audiences and amateur producers, and by particular communities of interest, and the ways in which these uses challenge existing ideas about cultural `production’ and `consumption’.
Rich with both concrete examples and featuring specially commissioned chapters by Henry Jenkins and John Hartley, the book is essential reading for anyone interested in the contemporary and future implications of online media. It will be particularly valuable for students and scholars in media, communication and cultural studies.”
a book by Jean Burgess and Joshua Green
I’d like to read it! It sounds interesting,
milena szafir
;)
[tks to pierre levy’ tip]
Publicado por milena em 06 Set 2009 | sob: mestrado#1_TRADUZIR!, English, THROUGH THE WORLD
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TRY IT U2!
[ tks to: @outrarse @desvirtual @twitteoergosum ]
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CAN I CALL THEM
“MASHUP-REMIX ONLINE PLATFORMS”?
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Publicado por manifeste-se em 25 Ago 2009 | sob: LOCATIVE MEDIA, English, THROUGH THE WORLD
